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1 ano blogando

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By alexsandro_felix at 2009-09-22

E um post muito especial!

Este blog todo desorganizado, ainda com muito o que melhorar, da forma como está atualmente, ainda não tem um ano de vida. O que eu ‘comemoro’ é que há 1 ano eu estou com essa ‘vida virtual’ escrevendo algumas de minhas experiências, idéias e afins por meio de blogs

O primeiro post que vocês encontram neste blog e que data de um ano atrás, foi importado de minha experiência com o blogspot (quem me acompanha desde o início talvez lembre-se do ‘felevado.blogspot’), depois disso, fui brincar com o wordpress.com e passei meus posts para lá, onde cheguei incrivelmente (não sei como até hoje a ter um pagerank = 5; daí não tardou muito para que eu adquirisse o dominio ffelix.eti.br. (pena que com isso o pg caiu para 3 :( )

Neste 1 ano, através do blog aprendi muito, compartilhei não tanto quanto poderia, mas num balanço geral estou contente. Para um blog onde não são muito frequentes as atualizações tenho um número razoável de visitantes, hoje em cerca de 100 diárias (houve épocas dos mais de 500 – justamente quando atualizava com frequencia), mas já agradeço aos meus visitantes que me proporcionaram mais de 25.000 visitas neste período o Adsense ainda tá baixo, mas ele nunca foi o principal objetivo mesmo.

Tais visitas devem-se principalmente ao meu amigo Og Maciel que acatou meu pedido de integração ao Planeta Gnu/Linux Brasil e também a todo o pessoal do Planet Geek que me convidou a ser agregado também neste.

Devido a minha vida profissional e pessoal estar muito agitada ultimamente, os posts estão bem escassos. Mas eu não poderia deixar de colocar nem que fosse um ‘oi’ neste 1º Aniversário. E o que me motivou mais ainda foi a mensagem da Aiyumi Moriya na lista do GUS-BR (Grupo de Usuários de Slackware).

Nesta mensagem a Aiyumi que é portadora de deficiência visual nos dá seu depoimento de como é sua experiência no Linux. Tal depoimento serve como exemplo a diversos usuários que vemos sempre falar que o Linux é difícil, que não é amigável, que dificulta a vida do usuário… e etc.

Tais usuários frequentemente se cadastram em fóruns e procuram a solução imediata para o seu problema e quando não respondidos de imediato (sim, digo de IMEDIATO) já reclamam; enquanto que na maioria das vezes uma simples pesquisa em qualquer mecanismo de busca já lhe traria a solução.

Agora vejamos como foi a experiência da Aiyumi, nenhuma das dificuldades pelas quais passou a fez desanimar; pelo contrário, parece que a motivaram mais ainda em buscar uma solução para o que precisava. Leiam até o final:

Introdução

Sou uma deficiente visual que teve a doida ideia de migrar de (sic)Rwindows para Linux (Slackware). Estou escrevendo para dar meu depoimento sobre a experiência que tive com a instalação e a configuração do sistema.

Uso computador desde 1996. Fui usuária de (sic)Rwindows até fevereiro deste ano (2009), quando mudei para Linux de uma vez por todas. Na verdade, fazia tempo que fiquei curiosa e quis experimentar o Linux, mas nunca tive coragem. Há cerca de dois anos, precisei fazer um trabalho sobre Software Livre na faculdade, desde então passei a acompanhar mais os acontecimentos nas comunidades. Os dias passavam e o (sic)Rwindows foi deixando de atender as minhas necessidades e ia dando mais vontade de migrar, mas ainda não sabia como.

Primeira Tentativa, Primeiras Impressões

Certo dia, fiquei sabendo que existia um leitor de telas para Linux chamado Orca e que ele vinha por padrão no Ubuntu. Resolvi testar. Instalei no meu laptop e, que beleza, funciona direitinho! Ou pelo menos foi o que eu achei no começo. Havia vários problemas que atrapalhavam, um dos mais irritantes era uma medida de segurança do Gnome que fazia com que o Orca não falasse na hora de realizar tarefas administrativas. Fiz o que é indicado no Orca/Sysadmin não adiantou muito, às vezes falava, na maioria das outras não. Também acontecia muito de parar de falar, ou travar tudo de repente. O problema foi ficando cada vez mais frequente, até que o meu Ubuntu não funcionou mais. Li alguns artigos que me levaram à conclusão de que a acessibilidade no pinguim ainda estava fraca. Fiquei pensando que os problemas de travamento que tive eram “culpa” do Orca e resolvi esperar algum tempo até que ficasse mais maduro.

Decepções

Alguns meses se passaram. Ainda não queria desistir do Linux. Resolvi “ver” a quantas andava e baixei o Ubuntu 8.10. Infelizmente o áudio não funcionou no meu PC, que estava com uma placa de áudio Realtek daquelas consideradas problemáticas para usuários Linux. Testei no laptop e o leitor de telas finalmente falou:

Welcome to Orca.

… … ….. E mais nada. Procurei em fóruns, no site oficial e na lista de discussão do Orca pela resposta do porquê de não ter funcionado no Ubuntu 8.10. Não encontrei nada parecido com o meu caso. Li várias coisas durante essa busca e cheguei a uma conclusão: não gostei do Ubuntu.

  • Primeiro, porque o Gnome é muito pesado e vem com um mundo de coisas desnecessárias, que se eu não quisesse, teria de remover uma a uma, ainda correndo o risco do APT ou do Synaptic removerem junto coisas que não deveriam.
  • Segundo, porque tem aquela falha que deixa o leitor de telas mudo como Root.
  • Terceiro, porque passou a usar o PulseAudio como padrão em vez do ALSA e várias pessoas postaram na lista do Orca que isso diminui a performance na acessibilidade, com umas soluções complicadas para desinstalar o Pulse e ficar sem som enquanto tenta instalar o ALSA.

Li que o Orca funcionava com aplicativos em GTK2, não necessariamente só com o Gnome. O XFCE (que é mais leve que o Gnome) também é em GTK2, então tentei o Xubuntu (certo, também é Ubuntu, mas pelo menos não é o Gnome). Coloquei o Orca nele e também não deu certo, não falou nada!

“Não, não é possível, tem de haver outra solução… Outra distro…”

eu pensava enquanto vasculhava a Internet em busca de respostas.

Encontrei perguntas do tipo:

Existe alguma distro acessível por padrão? Tenho um amigo deficiente visual e ele quer usar o Linux. Que distro vocês me indicam?

e as respostas eram:

Ubuntu

Ubuntu

Ubuntu

Ubuntu

Ubuntu, ou alguma outra baseada nele…..

“Não! Eu já disse que não quero mais Ubuntu! Ah, chega! Vou tentar outra coisa…”, resolvi testar o Oralux, uma tentativa de distribuição acessível já abandonada. Não funcionou no laptop, muito menos no PC principal por causa da placa Realtek problemática, apenas suportada a partir do Alsa 1.0.17 (sei lá qual era a versão ultrapassada do Alsa do Oralux…). Tentei outra distro (que não lembro qual era), disponível apenas em Inglês, também não funcionou pelo mesmo motivo da anterior.

A Última Esperança

Mais perguntas na Internet, mas apenas relacionadas a Linux, sem considerar acessibilidade:

Quero estudar Linux, que distro vocês recomendam?

Resposta:

Use Slackware. Distro simples, estável, bem testada, bastante respeitada, uma das poucas que ainda não perdeu suas raízes, e faz aprender na marra, porque não vem quase nada configurado e você é obrigado a se virar.

“Ok, vai ser essa.”, decidi.

Relatos na net diziam “É muito difícil!”, mas será que era tanto assim? Li vários artigos sobre a instalação e configuração, incluindo:

http://www.gdhpress.com.br/blog/instalando-o-slackware/

http://www.gdhpress.com.br/blog/slackware-sobrevivendo-ao-primeiro-boot/

http://www.gdhpress.com.br/blog/configurando-o-x/

E até o livro oficial, o SlackBook (“Slackware Linux Essentials”), entrou na dança

A cada artigo que eu lia, ficava cada vez mais certa de que era o que eu queria. E mais, ele é acessível! Ou melhor, quase. Descobri que o Slackware já vem com um leitor de telas, o Speakup e que era possível realizar a instalação falada por meio dele.

O problema é que ele só suporta sintetizadores de voz via hardware por padrão e eu não tenho esses equipamentos. Também há suporte a síntese via software através do Speech-Dispatcher e do Speechd-Up, mas só depois de instalados o Slackware e os softwares de fala.

Então, de qualquer jeito eu precisaria de ajuda de alguém que enxergasse.

Mesmo com o contra acima, resolvi instalar o Slackware. Algo me dizia que seria difícil, enquanto outro algo dizia que não seria impossível.

Instalando e Configurando

Destruí todos os meus experimentos falhos do meu laptop e inseri o DVD do Slackware 12.2. Então, fiz minha mãe, que não entende nada de linux e quase nada de Inglês, ler o instalador inteiro para mim. Umas três horas depois, o Slack estava no meu laptop, mudo, mas funcionando. Seguindo os passos de um dos artigos já mencionados, ainda com ajuda não técnica, configurei o áudio com o “alsaconf”, usei o “alsamixer” para aumentar o volume, seguido de “alsactl store” para salvar. Para fazer o negócio falar, usei o outro computador (que ainda estava com (sic)Rwindows) para entrar na Internet e baixar os seguintes softwares:

  • Espeak (sintetizador de voz com suporte a vários idiomas, inclusive o Português);
  • Speech-dispatcher (servidor de fala);
  • YASR (leitor de telas para o console);

Transportei-os para o laptop com a ajuda de um pendrive e instalei cada um com os três comandos básicos “./configure“, “make” e “make install“. Assim, finalmente consegui usar o terminal e me virar sem auxílio visual.

Aperfeiçoando

Bastou viver um pouco no mundo Slackware para descobrir que usar os três comandos básicos não é a forma mais prática para instalar (e depois desinstalar) aplicativos. Fiquei sabendo dos SlackBuilds, scripts para compilar programas e gerar pacotes para o Slack, facilmente gerenciados pelas ferramentas da distro. Peguei um SlackBuild básico, o da biblioteca Glib, mais alguns do repositório http://repository.slacky.eu/ e usei como base para compilar as últimas versões do Orca e suas dependências.

Depois de muitos erros e acertos, consegui instalar o Orca. Coloquei-o para falar e ele disse:

Welcome to Orca.

… … ….. E mais nada.

Ué? Por quê? Será que é porque não é o Gnome? Não, não pode ser, fugi tanto dele para acabar nisso… Será mesmo que não tem escapatória e vou ter de instalá-lo?

A resposta logo veio. Encontrei outra tentativa de distro acessível, nova versão do Knoppix com um conjunto de softwares chamado ADRIANE (Audio Desktop Reference Implementation and Networking Environment)

Baixei e testei. A versão do ALSA era meio antiga e não funcionou no PC por causa da placa de áudio problemática, mas no laptop foi que uma beleza. A distro apresentava uma interface com menus em modo texto, usando o Dialog e um leitor de telas para console, inclusive havia uma opção de usar a interface gráfica, com o Orca como leitor de telas, Firefox, OpenOffice e o LXDE como desktop. Funcionou às mil maravilhas e sem Gnome! Encontrei um artigo interessante sobre o assunto por meio dele e com base em alguns shell scripts do ADRIANE, soube que para integrar o Orca com outras ferramentas GTK que não o Gnome, era preciso setar algumas variáveis na inicialização:


export SAL_USE_VCLPLUGIN="gtk"

export GTK_MODULES=”gail:atk-bridge”

Mesmo assim não funcionou, nada mais era dito além de “Welcome to Orca.”. Outra vez, procurei pelas listas de discussão e pelos fóruns, sem encontrar nenhum caso doido parecido com o meu. Até que encontrei
o guia de como criar aplicativos acessíveis em GTK
onde dizia para setar a variável “GNOME_ACCESSIBILITY” para “1″. Apesar do guia informar que colocar essa instrução no script de inicialização do usuário estava depreciado (deprecated), foi só fazer isso que o Orca abriu a matraca de vez!

Para iniciar uma sessão gráfica falante, era “só” colocar o seguinte no final do arquivo .xinitrc:

# ----------------------------------------------------
# Inicia o registro do AT-SPI
exec "/usr/libexec/at-spi-registryd"&

# Coloca em modo de acessibilidade
gconftool-2 -s --type=bool /desktop/gnome/interface/accessibility true

# "Engana" o programa, fingindo estar usando o GDM
export LOGNAME="GDM"

# Integração com aplicativos em GTK
export SAL_USE_VCLPLUGIN="gtk"

export GTK_MODULES="gail:atk-bridge"

export GNOME_ACCESSIBILITY=1

# Inicia o gerenciador de janelas

sleep 0.5

exec /usr/bin/startlxde& # Para o caso do LXDE

# Inicia o leitor de telas Orca
# (precisa ser a última coisa a iniciar)

orca -n

# ----------------------------------------------------

Migrando

Depois de fazer backup de todos meus arquivos importantes, sem dó, destruí a partição do (sic)Rwindows. novamente, com ajuda não técnica, dessa vez escolhendo o Kernel com o Speakup, repeti o processo de instalação e configuração do Slackware, agora no PC. Usei os pacotes .tgz que construí nos meus experimentos no laptop para instalar os aplicativos de acessibilidade. Mais alguns erros e acertos depois, já tinha o computador principal com Slackware Linux e, melhor ainda, falando!

Como Estão as Coisas Hoje

Ainda não consegui fazer o Speakup falar via software , as instruções disponíveis estão desatualizadas, vários nomes e comandos mudaram e já não sei mais qual é qual.

Fora o Speakup (que não está funcionando) e o Orca, estou com mais dois leitores de tela (console) instalados para testes e para emergências: O YASR e o SBL (SUSE Blinux Screen Reader) que tem muito mais opções e configurabilidade do que o YASR.

Uso os aplicativos “comuns” para as tarefas do dia-a-dia (Firefox para navegar na Internet, MPlayer para reproduzir vídeo e música, BROffice para abrir os documentos com formatos proprietários etc.).

Quando preciso rodar algum aplicativo do outro sistema operacional (geralmente, coisas relacionadas a games), uso o Wine, brigo com ele reclamando das DLLs faltando daqui e dali, mas com um pouco de paciência, funciona. Infelizmente ele não consegue rodar o NVDA (leitor de telas aberto para (sic)Rwindows), mas como uso só de vez em quando, recorro à ajuda não técnica.

Conclusão

Apesar de ter apanhado bastante dos aplicativos de acessibilidade, agora estou usando o Linux e não me arrependo. O Slackware é uma ótima distribuição, os arquivos de configuração são bem organizados, (sei que muitos não concordam com isso mas na minha opinião) tem métodos simples e eficazes de gerenciar pacotes e vem por padrão com muitos programas úteis, tanto para usuários comuns quanto para desenvolvedores. Estou bastante satisfeita com ele.

–~–~———~–~—-~————~——-~–~—-~

GUS-BR – Grupo de Usuários de Slackware Brasil

http://www.slackwarebrasil.org/

http://groups.google.com/group/slack-users-br

Antes de perguntar:

http://www.istf.com.br/perguntas/

Um depoimento assim é motivador para qualquer um que tenha interesse em algo, não somente em Linux e SL/CA, ou mesmo informática. Costumamos reclamar de toda e qualquer dificuldade; mas o que precisamos mesmo é seguir exemplos como esse (e muitos outros mais), procurar a solução ao invés de ficar aguardando que alguem a dê para nós.

Ainda em meus comparativos Linux/Windows eu realmente digo que os usuários normalmente tem preguiça, isso sim, de aprender. Uma das perguntas que mais ouço é:

Mas o Linux não é muito difícil?

Resposta: Não, não é. Exemplo disso é o excelente artigo do Led Style: Uso constante de computador causa amnésia crônica!, o qual transcrevo partes aqui:

(…)

É comum vermos usuários recém chegados do windows reclamarem com ênfase do sistema Linux, dizendo que trata-se de um sistema complicado, nada intuitivo, para nerds, etc. Enfim, diversos adjetivos nada interessantes a se associar com a imagem de um programa.

E é por isso que estou escrevendo este artigo, para estes usuários que acabam sofrendo de amnésia e não se lembram de como foi sua adaptação ao Windows em seus computadores e o quão árdua foi esta tarefa.

Vamos nos lembrar daqueles tempos obscuros em que você, usuário Windows, ligava seu Windows 98 e não sabia como instalar a impressora e acabava ligando para a casa de um amigo ou parente pra pedir ajuda. E naquele tempo em que quando você queria remover um programa, bastava deletar a pasta dele lá no Arquivos de Programa não é verdade? É… você evoluiu bastante pois na primeira vez você havia excluido o ícone que estava na área de trabalho apenas e jurou que havia removido o programa! Lembra-se de quando você instalou um macaco cor de rosa no seu Desktop que ficava pulando para todos os lados e falando com você? É… não dava pra desinstalar o maldito macaco!

E quando você baixou sua primeira música mp3 pela internet! Que emoção! Só faltava fazer o bendito tocar pois o Windows Media Player não dava nem sinal de vida não é verdade? Ai você recorria aos sites de busca, isso deve ter sido antes do Google, e não conseguia de maneira alguma. Até que uma boa alma lhe ensinou a usar um programinha mágico que se chama Winamp!

E os vídeos completos que o pessoal disponibiliza pela internet? Ahh que maravilha quando você copiou um de seu amigo e ele simplismente não tocou. Vários dias até alguma boa alma lhe apresentar um tal de “K-Lite codec pack” que de forma mágica fazia tudo funcionar. O problema mesmo foi depois pra fazer a legenda do filme aparecer… bons tempos!

(…)

O problema maior mesmo é que os usuários teimam em usar o Linux pensando como Windows, daí realmente será mais difícil. Caso você vá experimentar Linux, abra sua mente, ele não é Windows.

Mas ok, vamos finalizar por aqui. Tenho mais coisas a fazer e só ‘passei’ para não deixar a data de 1 ano em branco. Aproveitei para motivar a todos com o depoimento da Aiyumi e deixar meus sinceros agradecimentos a todos vocês que me acompanham, ou mesmo aquele ‘paraquedista’ que acaba caindo em algum post devido a uma pesquisa (alguns inclusive deixam comentários).

E vamos neste 2º ano, estou planejando algumas coisas para modificar o blog. Espero que não demorem muito e que gostem das alterações.

Au revoir mes amis…

Fonte da imagem: Stoa

3 Comentários para “1 ano blogando”

  1. Parabéns pelo seu bloganiversário..
    Realmente, me sinto envergonhado de estar teclando usando este S.O., mas fazer o que.. hehe

    abraço

  2. Paulo Aboim Pinto disse:

    parabêns e bem vindo ao mundo linux. Não tenho os problemas de accessibilidade que tens, mas, tenho a certeza que a tua história pode ser uma mais valia para outros invisuais que não nabem que tem alternativas.

    Uso linux desde 1999 e apesar de no meu trabalho diário desenvolver para windows, em casa, não despenso o meu linux…. no meu caso fiquei-me mesmo pelo Ubunto.

    Abraços de Portugal
    Paulo Aboim Pinto
    Odivelas – Lisboa

  3. Felix disse:

    Ainda tenho esperanças de te levar para o lado bom da força Luiz… hehehe.

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